Publicado por: Thiago Césare | janeiro 15, 2012

Cocolate, a descoberta!

Coco, cacau mel e uma criança maluquinha!

CURITIBA (nham!) Novidade no pedaço! Hoje decidi fazer uma cobertura para um bolo integral de cacau sem açúcar que a Lívia fez para curtir o domingo (bolo que já rendeu um post e cuja receita pode ser encontrada aqui).

Novidade aprovada!

Tínhamos uns quatro cocos verdes que já tínhamos bebido a água e decidi usar a carne deles para fazer a versão do tradicional cacaulate, só que desta vez com o coco no lugar do abacate.

Adicionei um pouco de mel e cacau puro em pó sem açúcar (desses vendidos em casa de produtos naturais). A quantidade de ambos os ingredientes varia de acordo com o gosto de cada um. Tudo bem batido no liquidificar e pronto. O resultado pode ser visto nas fotos que ilustram o post, com a nossa garota propaganda de unhas pintadas e pulseirinha de pérolas.

Lembrando que o coco deve estar entre o bem verde e o maduro, com sua carne bem tenra. Se estiver muito verde, o mousse fica muito aguado. Se estiver muito maduro, além de difícil de extrair a carne, acaba ficando muito fibroso.

Publicado por: Thiago Césare | janeiro 15, 2012

Ritos Tibetanos

Rito 1

Rito 2

CURITIBA (viva o Yoga!) Em 1985, o pesquisador orientalista Peter Kelder publicou o livro The Ancient Secret of the Fountain of Youth, traduzido para o português pela Editora Best Seller com o título A Fonte da Juventude, no qual descrevia em detalhes um programa de exercícios praticados por monges tibetanos visando vitalidade, saúde e, como a interpretação do autor sugere, rejuvenescimento.

Rito 3

Rito 3

De fato, o livro afirma que muitos indivíduos viveram e estão vivendo muito mais do que a maioria das pessoas pode imaginar seguindo um programa chamado de Cinco Ritos Tibetanos.

É interessante notar a semelhança entre as posturas que integram esses exercícios e algumas posturas utilizadas pelo Hatha Yoga e todas as suas derivações – na verdade, são as mesmas!

Rito 4

Rito 5

Por hora, vou postar apenas as ilustrações. Depois passamos as orientações. De qualquer forma, caso alguém se interesse em experimentar, lembro sobre a importância de um aquecimento articular prévio, consciência e respeito para com seus limites e a importância de pautar todos os movimentos em sua respiração! Se você nunca praticou Yoga, o melhor é procurar orientação de um instrutor experiente (aproveito para informar que estou oferecendo aulas via skype!) Exercícios de aquecimento específicos para a prática dos ritos podem ser encontrados aqui.

Estamos praticando todos os dias!

 

Publicado por: Lívia de Paula | janeiro 14, 2012

Movimento por uma Sociedade Positiva e Desperta

CURITIBA (Expandindo conhecimentos…) Aproveitando os aspectos positivos de estar temporariamente em um grande centro urbano fizemos um passeio até a Livraria Cultura e mergulhamos no mundo sem fim de títulos e obras de meditação e autoconhecimento. Nossas compras foram modestas, mas muito inspiradoras. Optamos por alguns clássicos: A Árvore do Yoga (BKS Iyengar), Tantra – A Suprema Compreensão (Osho) e Viver de Luz (Jasmuheen).

Este último, confesso que me arrebatou completamente. Estou totalmente mergulhada e tocada pelo vasto universo de possibilidades da Alimentação Prânica. Compartilho aqui um trecho:

” Não se trata de comer ou não comer… Estamos fazendo um convite à humanidade para escolher criar coletivamente um modelo de realidade que manifeste a transformasção pessoal e planetária positiva de uma forma que respeite todas as formas de vida. Quanto tempo vai demorar é algo que depende de quantos corações e mentes vão ouvir essa mensagem, sentir-se tocados e agir de acordo com ela…” (JASMUHEEN)

Seguimos honrando a vida e a abundância dos nossos potenciais.

Muita LUZ, AMOR, ENERGIA e VIDA para todos!

Publicado por: Thiago Césare | janeiro 14, 2012

Namastê, Márcia e Maurício!

CURITIBA (o yoga da saudade) Um dos tesouros que temos encontrado na estrada são as novas relações, os novos amigos, membros desta tribo Nova Era espalhada por aí.

Stand up Yoga na Barrinha. Aho!

Em Garopaba, a Márcia e o Maurício Cocco sintetizam isso perfeitamente.

Pela indicação de um amigo em comum, George Stein (salve, George!), fomos até o Shiva Hara Studio, no morro da Ferrugem, conhecer o espaço, seus guardiões e seu Sádhana Yoga. E, de certa forma, nunca mais saímos de lá.

Imaginem o som que a gente fazia naquela montanha...

Unimos o Sádhana Yoga, método fundado pelo Maurício, aos cristais do Quartzo Yoga e foi uma uma alquimia sem precedentes. Juntos também criamos a Biomassagem sonora, uma massagem acompanhada dos sinos de cristal. Muito especial mesmo.

O casal sadhu-surfista foi fundamental para que este blogueiro reencontrasse em seu corpo o seu templo. Práticas diárias de yoga, slack line, barra, stand up, surf, permanência, pranayama e muito Ohm.

O Shiva Hara Studio é um pedaço da Índia em Garopaba, um verdadeiro templo de Lord Shiva e do Yoga. Quem estiver por lá, não pode deixar de conhecê-los.

Hari Om Shiva Om

A despedida foi daquelas de doer no coração, mas entendo que este seja um ótimo indicativo, a prova de que um verdadeiro encontro se operou.

Que este casal seja abençoado com muita saúde, yoga, surf, alegria e autoconhecimento!

Hari Ohm! Aho!


Publicado por: Lívia de Paula | janeiro 14, 2012

Formação em Yoga Dance – momentos

 

 

 

Publicado por: Thiago Césare | janeiro 14, 2012

A difícil arte de manter os pés e a cabeça no mesmo espaço-tempo

CURITIBA (welcome, 2012!) Então, 2012 chegou. Paira no ar a crença de se tratar de um ano especial, seja por leituras simbólicas, seja por eventos apocalípticos. Independentemente se seremos varridos por uma onda gigante ou testemunharemos a queda das instituições babilônicas e a ascenção de uma cultura de paz, fato é que a família Camiño Vivo já abraçou sua resolução para este ano: o Presente.

Se o passado já se foi e o futuro ainda não é, só nos resta mesmo o presente. A única realidade tangível de observação – e de ação – é o presente. Mas isso todos sabemos, não é mesmo? Here and now já é um clichê espiritual clássico.

Mas o que a gente não sabia era levar isso a sério. Como disse Osho, aquele que quiser fincar-se no presente não pode ser uma pessoa ambiciosa. Todo e qualquer projeto situado no futuro é um passo fora do presente, todo desejo de ser algo que não se é agora, idem.

Desde que começamos nossa viagem, fomos acometidos de uma ansiedade intensa acerca do que seremos e do que faremos. “E quando a Surya estiver em idade escolar?”, “e o que faremos quando chegarmos ao fim desta viagem?”, “como nos sustentaremos?”, etc e etc. Analisando bem de perto, pensar no futuro não tem nos ajudado a resolvê-lo. E de quebra tira nossa cabeça do que está diante e dentro de nós agora.

Pois então, neste ano de 2012, decidimos surfar esta imensa Teahupoo do Aqui e Agora. O que queremos e o que faremos no futuro são classes de pensamentos que daremos nosso melhor para não abraçar.

Tudo o que estamos fazendo, incluindo nossos estudos, pesquisas e práticas, a partir de agora, não têm para nós o objetivo de nos levar a algum lugar específico, senão pontes para estarmos no presente. Em 2012, não estarei cursando Gestão Ambiental ou minha pós em Agricultura Biodinâmica porque quero me qualificar como um consultor ou expandir meus conhecimentos ou o que quer que seja: apenas estou fazendo isso porque é o que estou fazendo no momento. A prática será converter a energia despendida em expectativas e projeções em presença e entrega ao momento. Só. Lívia está comigo. Sua prática de Yoga não servirá para mais nada além da simples prática.

Se houver alguma ambição em nossas atividades, que seja a ambição de experienciar os fenômenos desencadeados pelo viver pleno no presente, mas até disso precisaremos abrir mão.

Conheço, pessoal e indiretamente, algumas pessoas, os chamados mestres, que sei que adentraram os portais do presente. Nenhum deles saiu mais de lá (ou melhor, do aqui). Dizem que o Presente é um lugar onde todas as portas estão abertas.

2012 será nosso Presente.

Publicado por: Thiago Césare | dezembro 28, 2011

Casa Colméia

Fachada de uma das casas, construída com tijolos de demolição

CURITIBA (jingle bell, jingle bell…) No últmo dia 17, fui visitar a Casa Colméia, uma estação permacultural situada na praia de Garopaba do Sul, município de Jaguaruna, litoral sul de Santa Catarina.

Alojamento construído com pneus e terra batida

É uma estação jovem, com cerca de 5 anos. Seu fundador, Juliano de Paiva Riciardi, formado em Artes Visuais, viveu em 3 institutos de permacultura, IPEC, IPEP e IPCP, onde capacitou-se em Design Permacultural e bioconstrução. Na Casa Colméia, Juliano pôs em prática suas habilidades e visão da permacultura.

Banheiro seco

Todas as construções priorizam a reutilização de materiais – como pneus, lonas, pára-brisa de automóveis, tijolos e madeira de demolição – e também o uso de técnicas como taipa e adobe.

Achei interessante a estratégia de construção e manutenção da estação: tudo acontece com o trabalho dos participantes dos cursos e voluntários que visitam o local. Como dizemos no Cerrado, é uma permacultura roots, de baixíssimo custo e muita improvisação, porém funcional. Um dos desafios de uma estação permacultural é justamente integrar e manter seus sistemas, o que, na prática, significa muito, muito trabalho. Contar com a mão de obra de voluntários e cursistas é uma estratégia de gestão bem ao estilo novo paradigma. Mas tudo tem seus dois lados e faz-se necessário que estas pessoas estejam presentes para o local acontecer.

Permacultora e Yoga: união

A visita ocorreu durante um PDC, curso de design em Permacultura, e estava acompanhado de meus amigos Maurício e Márcia Cocco, que foram convidados para conduzir uma prática de Sádhana Yoga. O curso estava cheio, a maioria quase total de jovens entre 20 e 30 anos.

A culinarista Chaiane sovando um pão integral

Também encontrei a Chaiane, uma alquimista culinária de Governador Celso Ramos, SC, que conheci por meio do blog. Ela estava encarregada das refeições do curso e pude provar um almoço saboroso e cheio de carinho.

O anfitrião e fundador da Casa Colméia, Juliano Riciardi

A Casa Colméia oferece diversos cursos e ainda um programa de voluntariado. A vibe da estação é ótima e a praia, que fica a uns 15 minutos de caminhada, é paradisíaca – ao menos num dia quente, ensolarado e sem vento, como no dia em que estive lá.

 

Publicado por: Thiago Césare | dezembro 28, 2011

Regra nômade número 1: viaje leve!

Levantando acampamento

CURITIBA (atualizando) Namastê, pessoal! Estivemos fora do ar por alguns muitos dias e espero que nos perdoem por isso. Mas de fato foi um desafio blogar com a Lívia em outra imersão na Montanha, o início dos preparativos da saída de Garopaba e a Surya para atender. E para tornar a situação ainda menos cibernética, o sinal de nosso modem é de doer lá em Garoupa.

Mas cá estamos, e vamos atualizando.

Gostaria de começar compartilhando um aprendizado. Se um dia você decidir viver na estrada, viaje leve! Foi bem estressante desmontar acampamento e notar que estávamos mais pesados e volumosos do que quando saimos de Brasília. Mais uma vez, foi aquela caça a espaços vazios no SukaWaka e no reboque. E deu para o gasto! Decidimos nos livrar de metade da nossa carga uma vez em Curitiba, e é o que estamos fazendo no momento.

Os índios norte-americanos das planícies levantavam acampamento em questão de um par de horas e ninguém ficava sobrecarregado.

Ser nômade é ser leve em termos de posses materiais. É o que estamos aprendendo.

 

Publicado por: Lívia de Paula | dezembro 12, 2011

Dança como Prece

Garopaba (Iniciando mais uma semana na Montanha…) A experiência com o Yoga Dance tem me proporcionado momentos de inspiração e criatividade. Para mim, a consciência e filosofia do yoga aplicadas à dança é o estado de Moksha ( que significa liberdade e é o objetivo final da prática de yoga) materializado em cada movimento. Aliás, a consciência e filosofia do yoga tornam qualquer prática um convite para a auto-exploração e auto-transformação. A dança é apenas um dos caminhos…

Entregue-se ao fluir da vida. Mova-se e dance como uma prece!

Caminhando, cantando e seguindo a canção… Dançando, yogando e seguindo o coração.

Publicado por: Thiago Césare | dezembro 7, 2011

Formação em Yoga Dance

Shiva Nataraja, o Rei dos Dançarinos na Mitologia Hindu.

Montanha Encantada (Dançando a Vida…) Estou novamente na Montanha para mais uma viagem de auto-exploração, para mais uma vivência nas possibilidades do Universo do Yoga. Até o dia 18 de dezembro estarei participando da primeira turma de Formação de professores em Yoga Dance no Brasil, com a professora Fernanda Cunha.

Esta é uma das tantas vertentes do yoga moderno e uma das pétalas do desabrochar da flor do Yoga no ocidente. Aqui no Brasil ainda é uma novidade, mas a prática surgiu há mais de 20 anos nos Estados Unidos, combinando a consciência do Yoga, a liberdade da dança e o poder da música. A medida que nos movimentamos, nos sintonizamos e nos permitimos dançar livre e conscientemente, desfrutamos momentos de conexão com a nossa essência, nossa divindade, nossa graça e alegria interior. A prática é bastante fundamentada no estudo dos chakras, oferecendo técnicas que nos levam além das limitações do corpo e da mente de maneira mais fluída, leve, criativa e lúdica do que as aulas de yoga tradicional.

Dançar é divino. Inspire, expire e e mova-se na Dança da Vida, na Dança de Shiva, no ritmo do Universo! Ohm Namah Shivaya!

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